Dentistas e engenheiros brasileiros: o Tio Sam quer vocês!
Dentistas e engenheiros brasileiros: o Tio Sam quer vocês!

Dentistas e engenheiros brasileiros: o Tio Sam quer vocês!

O sonho de trabalhar nos Estados Unidos está mais perto para alguns profissionais brasileiros. Isso porque um censo recente mostrou que o país tem uma taxa de 65,7 dentistas por 100 mil habitantes. No Brasil este número é mais que o dobro, são 140 para cada 100 mil habitantes.


Além dos dentistas, engenheiros (civis, eletricistas, mecânicos e principalmente de softwares) encontram na América um cenário muito mais promissor que no Brasil. A falta de mão de obra especializada nesses mercados faz crescer em até 20% os salários de quem vem de fora.


Por exemplo, um engenheiro chega a ganhar quase dez mil dólares por mês dependendo da área de atuação e da qualificação.


O que torna os profissionais brasileiros tão requisitados no mercado é a qualidade da formação acadêmica no país. Além da grande quantidade de profissionais dessas áreas disponíveis, certamente o nível das graduações brasileiras é um item muito positivo.


O processo de imigração para esses profissionais pode ser um pouco complicado, afinal são 187 tipos de vistos diferentes, mas ter um bom planejamento e conhecimento da lei americana pode ajudar muito nessa fase.


Uma dica: é possível solicitar green card por conta da falta de mão-de-obra especializada em determinadas regiões do país, mas para isso é necessário ter uma proposta de emprego em mãos.


Alguns vistos pouco conhecidos e que podem ser interessantes são os vistos EB-1ª e EB-2. Eles são concebidos sem a necessidade de uma oferta de trabalho americano e são baseados no histórico acadêmico e profissional do requerente. O EB-1ª é cedido aos candidatos com habilidades extraordinárias e o EB2 aos profissionais qualificados que atuam em áreas que são de interesse dos EUA. Eles são definitivos e não precisam de renovação.


Importante:


Para que um profissional brasileiro exerça a profissão em solo americano é preciso validar o diploma. Sem a equivalência você pode enfrentar em problemas com o governo por exercício ilegal da profissão.


Os requisitos para esta validação variam de acordo com o estado americano, mas geralmente é preciso atestar por meio de documentação o conhecimento e capacidade para o trabalho, como histórico escolar e diploma, por exemplo. Os documentos também precisam ser autenticados e traduzidos por um tradutor juramentado.

Com essas informações em seu planejamento será muito mais fácil conseguir a tão sonhada vaga nos EUA.


Boa sorte em sua trajetória!