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Papai Noel mais generoso? Brasileiro deverá gastar mais esse ano

Papai Noel mais generoso? Brasileiro deverá gastar mais esse ano

Enfim, está chegando a menina dos olhos dos varejistas. (Ou seria o bom velhinho dos olhos?) Seja como for, o Natal está cada vez mais perto e, segundo as pesquisas realizadas pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o cenário deste ano deve apresentar uma leve melhora frente ao ano passado.


Para começar, 110 milhões de brasileiros pretendem presentear alguém no Natal desse ano, o que representa 71,7% da população. Dos entrevistados, apenas 9,5% disseram que não irão comprar, ao passo que 18,7% ainda não se decidiram. Em 2017, estima-se que 20,8% da população não presenteou ninguém.


Além disso, o gasto com presentes deverá ser maior em 2018. Ao todo, o Natal deverá injetar 53,5 bilhões de reais na economia. Em 2017, essa injeção foi de 51,2 bilhões, segundo o relatório do SPC.


Quase um terço dos brasileiros pretende gastar mais


Em média, o consumidor pretende comprar entre quatro e cinco presentes, média semelhante a do ano passado. Entretanto, o valor médio de cada presente deverá ser maior, em torno de R$ 115,90 cada unidade. Considerando os números do ano passado, cerca de 27% dos brasileiros planejam gastar mais que em 2017.


O relatório também mostra que a quantidade de pessoas que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 também cresceu. De 10% em 2017, o número chega a 17% esse ano. Entretanto, um terço dos consumidores (33%) disseram que ainda não decidiram quanto deverão gastar.


Na hora da pechincha, um novo aliado surge


Apesar do gasto médio crescer, a cautela também crescerá. Cerca de 85% dos entrevistados disseram que irão pesquisar preços antes de fazer as compras. No ano passado, esse número foi de 83%.


Dos que irão pechinchar, 66,8% realizarão essa pesquisa através de sites e aplicativos de internet, um número significantemente menor que no ano passado, que foi de 75,9%. Nesse quesito, a grande novidade fica por conta dos aplicativos de ofertas. Cerca de 38,1% dos entrevistados mencionaram os apps, um aumento de mais de 10% em relação a 2017.